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Chapter 195: Heat (18+) The sudden jump barely even mattered to Tera. The moment their eyes met, she twisted in his arms, pushed him back against the cave wall, and straddled his lap in one fluid motion. Her knees pressed into the stone, and she crashed her mouth against his. Calis’ entire body jolted as if he had been struck. He didn’t understand what she was doing. Her lips were pressed against his, soft, and the pressure of it sent a shock through his skull that wiped every thought clean. What was this feeling? When her tongue stroked against his, his cock kicked so hard against her that his hips jerked. Calis’ eyes snapped open, but at that very moment, Tera pulled back sharply. Her eyes were wide, and her tongue pressed against the roof of her own mouth. His tongue was coarse, and textured in a way she hadn’t expected. The tiny multiple bumps had dragged against the inside of her mouth, sending a sharp electric shiver that still lingered in his mouth. Calis stared at her, his chest heaving. His mouth was still tingling, still wet from hers, and the sudden absence of her lips left him reeling. His hands hovered in the air near her waist like he didn’t know if he was allowed to touch her or not. His cock throbbed heavily between her thighs, the thick ridge of it pressing up against her through the soaked fabric. He wanted to ask what she had just done and why she had stopped, only for Tera to lean back in and kiss him again. She moved against his mouth gently. Her tongue slipped out and traced along his lower lip, and when it met the coarse texture of his own, the roughness that had startled her the first time now sent tingles into her chest. Her nipples throbbed. Another rough drag of his tongue made her pussy clench hard. She rolled her hips, grinding the soaked heat of her clit against the rigid length of his cock. A soft, needy whine slipped out of her. Calis’ fingers dug into her thighs, gripping the flesh with a desperate strength that was going to leave bruises. But his hands were still shaking. Tera pulled back, breathing hard. Her skin was burning where his hands touched, her nipples ached from the cold and the friction, and the pulse between her legs had become so heavy that it throbbed against his cock with a demanding pulse that was getting harder to ignore with every passing second. “Should I stop?” she whispered hoarsely. He shook his head once. Hard. Excited, Tera leaned back just enough to yank her soaked top over her head and toss it aside. Her breasts spilled free, heavy and flushed from the cold and the heat of his body. Water still clung to her skin in little rivulets that ran down the two mounds. Calis’ eyes went wide. The sudden bounce of them, along with the nipples already stiff from the cold and flushed dark from arousal, made him suck in a breath so shaky that his entire chest stuttered. Tera took his hands and brought them to her breasts, pressing his palms flat against them. The moment his palms closed over the soft weight of her breasts, both of them shuddered hard. His fingers flexed instinctively, squeezing, and the rough heat of his hands against her cold-sensitive skin made her moan. “Fuck—” Calis stared at what he was holding like he couldn’t believe it was real. The softness that filled his hands was unlike anything he had ever felt before. His thumbs brushed over her nipples, and his mouth dried up when they tightened under his touch. Tera moaned, her waist shifting against him, and the slide of her pussy across his straining cock through the fabric made Calis’ vision blur. His hands were squeezing without his permission, fingers sinking into the supple weight of her breasts like they had a will of their own. He couldn’t stop them. He didn’t even try. They were so soft and warm, and the way her nipples pressed against his palms like hard little points of heat… Before he could stop himself, his head dipped forward, and his tongue dragged across the curve of her breast. The coarse surface of his tongue scraped across Tera’s skin in a slow, flat stroke, and her clit throbbed in answer like he had licked it directly. She arched against him, her fingers tangling in his hair. A shudder raced down his back at the contact, his cock twitching at how she pressed against him and touched his hair. He did it again, and again, lapping at her soft mounds like he was trying to map every inch with his tongue. The coarse drag of his tongue scraped over her nipple, and her whole body jerked. A broken sound tore out of her throat before she could stop it. The sudden motion pushed the stiffened peak directly into his mouth, and the softness made him melt. Her nipple hadn’t just gone in, but a portion of her breast too. He closed his lips around the whole package, and he sucked. A sound left Tera’s throat that was closer to a sob than a moan, and her hips ground against him with such force that his cock throbbed painfully against the fabric still

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Capítulo 195: Calor (18+) O salto repentino quase não importou para Tera. No momento em que seus olhos se encontraram, ela se torceu em seus braços, empurrou-o contra a parede da caverna e montou em seu colo em um movimento fluido. Seus joelhos pressionaram a pedra e ela bateu a boca contra a dele. O corpo inteiro de Calis estremeceu como se tivesse sido atingido. Ele não entendia o que ela estava fazendo. Os lábios dela estavam pressionados contra os dele, macios, e a pressão enviou um choque através de seu crânio que apagou todos os pensamentos. Qual foi esse sentimento? Quando a língua dela acariciou a dele, seu pênis chutou com tanta força contra ela que seus quadris estremeceram. Os olhos de Calis se abriram, mas naquele exato momento Tera recuou bruscamente. Seus olhos estavam arregalados e sua língua pressionada contra o céu da boca. A língua dele era áspera e com uma textura que ela não esperava. Os pequenos e múltiplos inchaços se arrastaram contra o interior de sua boca, provocando um forte arrepio elétrico que ainda permanecia em sua boca. Calis olhou para ela, com o peito arfando. Sua boca ainda estava formigando, ainda molhada da dela, e a súbita ausência de seus lábios o deixou cambaleando. Suas mãos pairaram no ar perto de sua cintura como se ele não soubesse se tinha permissão para tocá-la ou não. Seu pênis latejava fortemente entre suas coxas, a crista grossa dele pressionando contra ela através do tecido encharcado.Ele queria perguntar o que ela tinha acabado de fazer e por que havia parado, mas Tera se recostou e o beijou novamente. Ela se moveu suavemente contra sua boca. A língua dela escorregou e traçou ao longo de seu lábio inferior, e quando encontrou a textura áspera da dele, a aspereza que a tinha assustado na primeira vez agora causou arrepios em seu peito. Seus mamilos latejavam. Outro arrastar áspero de sua língua fez sua boceta apertar com força. Ela girou os quadris, moendo o calor encharcado de seu clitóris contra o comprimento rígido de seu pênis. Um gemido suave e necessitado escapou dela. Os dedos de Calis cravaram-se em suas coxas, agarrando a carne com uma força desesperada que deixaria hematomas. Mas suas mãos ainda tremiam. Tera se afastou, respirando com dificuldade. A pele dela ardia onde as mãos dele tocavam, os mamilos doíam do frio e da fricção, e o pulso entre as pernas tornou-se tão pesado que latejava contra o seu pau com um pulso exigente que se tornava mais difícil de ignorar a cada segundo que passava. “Devo parar?” ela sussurrou com voz rouca. Ele balançou a cabeça uma vez. Duro. Animada, Tera recostou-se apenas o suficiente para puxar a blusa encharcada pela cabeça e jogá-la de lado. Seus seios se derramaram livres, pesados ​​e vermelhos pelo frio e pelo calor de seu corpo. A água ainda grudava em sua pele em pequenos riachos que corriam pelos dois montes. Os olhos de Calis se arregalaram.O salto repentino deles, junto com os mamilos já rígidos pelo frio e vermelhos pela excitação, o fizeram respirar tão trêmulo que todo o seu peito gaguejou. Tera pegou as mãos dele e as levou até os seios, pressionando as palmas contra eles. No momento em que as palmas das mãos dele se fecharam sobre o peso suave dos seios dela, ambos estremeceram fortemente. Seus dedos flexionaram instintivamente, apertando, e o calor áspero de suas mãos contra sua pele sensível ao frio a fez gemer. “Foda-se—” Calis olhou para o que ele segurava como se não pudesse acreditar que fosse real. A suavidade que enchia suas mãos era diferente de tudo que ele já havia sentido antes. Seus polegares roçaram seus mamilos, e sua boca secou quando eles se apertaram sob seu toque. Tera gemeu, sua cintura se movendo contra ele, e o deslizamento de sua boceta em seu pênis tenso através do tecido fez a visão de Calis ficar embaçada. Suas mãos apertavam sem sua permissão, os dedos afundando no peso flexível de seus seios como se tivessem vontade própria. Ele não conseguiu detê-los. Ele nem tentou. Eles eram tão macios e quentes, e a maneira como os mamilos dela pressionavam as palmas das mãos dele como pequenos pontos duros de calor... Antes que ele pudesse se conter, sua cabeça inclinou-se para frente e sua língua arrastou-se pela curva de seu seio.A superfície áspera de sua língua raspou a pele de Tera em um golpe lento e plano, e seu clitóris pulsou em resposta como se ele o tivesse lambido diretamente. Ela se arqueou contra ele, seus dedos se enroscando em seu cabelo. Um arrepio percorreu suas costas com o contato, seu pênis se contraiu ao ver como ela se pressionou contra ele e tocou seu cabelo. Ele fez isso de novo e de novo, lambendo seus montes macios como se estivesse tentando mapear cada centímetro com a língua. O arrastar áspero de sua língua raspou seu mamilo, e todo o seu corpo estremeceu. Um som quebrado saiu de sua garganta antes que ela pudesse impedi-lo. O movimento repentino empurrou o bico endurecido diretamente em sua boca, e a suavidade o fez derreter. Seu mamilo não tinha apenas entrado, mas também uma parte de seu seio. Ele fechou os lábios em torno de todo o pacote e chupou. Um som saiu da garganta de Tera que estava mais próximo de um soluço do que de um gemido, e seus quadris se apertaram contra ele com tanta força que seu pênis latejou dolorosamente contra o tecido ainda

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